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Leio a Revista Marinha sempre que é editada. A última edição que li foi “mulheres atingem o alvo”. Gostei muito e isto demonstra que a revista está a crescer. Mas tem de melhorar, principalmente nos seus conteúdos, diversificando os temas quer sejam políticos ou sócio-culturais. Devem prestar mais atenção às capas.
CMG Botelho da Cruz. Repartição dos Meios Rádio- Técnicos
Tenho lido a Revista Marinha. Sobre os números passados não tenho críticas a fazer, mas este número, “Mulheres atingem o Alvo”, notei algumas irregularidades, por exemplo: na página em que se faz apresentação das chefias do Ramo, devia ser primeiro, o Chefe do Estado-Maior. Segundo, o Chefe do Estado-Maior Adjunto, terceiro, o Vice Chefe do Estado-Maior. E quanto às entrevistas que a revista faz às senhoras trabalhadoras civis, nota-se a ausência das mais antigas da Marinha de Guerra. A Revisita entrevistou apenas as trabalhadoras mais novas.
CMG André Camana
Leio a Revista da Marinha raramente, porque nem sempre ela chega às minhas mãos, dado o reduzido número de exemplares que são distribuídos nas diferentes direcções. Neste contexto, deve-se aumentar a tiragem para que todos os trabalhadores tenham a possibilidade de obter as informações que a mesma traz.
CFR André Santos. Direcção de Preparação Combativa e Instrução
Sempre que posso, leio a Revista da Marinha. De facto é de elogiar, porque a Revista tem dado passos grandes. O último número que li foi, “Mulheres atingem o Alvo”. Gostei muito desta edição, mas devem prestar muito atenção às fotografias da capa, porque nesta edição, vemos a bandoleira por cima da alça de mira. E espero que algumas direcções também participem nas reportagens e entrevistas, porque tenho visto algumas repetições nas entrevistas. Fiz algumas entrevistas e esperava que saísse neste número, o que não aconteceu.
CFR Silas Adriano Manuel. Centro de Processamento de dados.
Sou um dos leitores e apreciadores da Revista Marinha. Sugiro que nas próximas edições, incluam páginas dos principais Chefes das direcções da Marinha de Guerra Angolana
2-º/ Sargento - Paulo Chiloya- operador de câmara da
ZM N-º 3
Sou leitor assíduo da Revista Marinha, espero que ela não pare e que continue em busca dos novos valores para o seu enriquecimento. Em alusão aos 30 anos da Marinha de Guerra Angolana, felicito o Comando do Ramo pelo esforço feito na melhoria das condições nas Zonas Marítimas.
2º- Sargento Luís Capitango Tandala. ZM Nº 3
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